MPB entrega convites aos meios de comunicações para o importante evento da instalação da Frente Parlamentarista na Câmara de Vereadores de Porto Alegre

O Presidente do MPB - Vinicius Marques Boeira, o Secretário Geral do MPB - César Day e a Secretária de Organização - Vera Conz, estiveram percorrendo empresas do comunicação, na entrega pessoal de convites para o evento muito importante para a discussão do tema Parlamentarismo que ocorrerá na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

Foram Visitados a Rede de Comunicação  Pampa, quando entregaram o convite para a cerimônia de lançamento da Frente Parlamentar Para Implantação do Parlamentarismo, a ser realizada no dia 02 de Abril de 2019, as 19 hs no Plenário Ana Terra da Câmara Municipal de Porto Alegre

Também visitaram Deputados Estaduais, e Empresas de comunicação como a TV Bandeirantes de Porto Alegre, Rede Record de Televisão, RDC TV e Jornal do Comércio, onde foram entregue os convites, e explicado a importância do tema para o aprimoramento da democracia no Brasil.

Veja as fotos http://www.parlamentarismo.com.br/exibeGalerias.php?i=497

 

Artigos
César Day (*)
(*) Gestor e Administrador de Empresa e atual Secretário Geral do MPB
COMO ANDAM AS COISAS ?
Mudou o governo e mudaram as diretrizes, a esquerda perdeu espaço gigantesco no cenário político brasileiro, pela sua própria mão, entregando o poder para Lula, FHC, Dilma, Temer que capilarizaram por todas as entranhas nacionais, estaduais e municipais, em todos os sentidos departamentais, o qual já disse um jornalista que não lembro o nome, para tirar o ranço de esquerdistas da coisa pública, será um ato de "exorcismo", o que convenhamos é uma grande batalha que não se fecha em quatro anos e sim em quatro décadas. Fosse o sistema de governo "PARLAMENTARISTA" não teríamos metade disso acontecendo, pois o não seria o chefe de governo, o responsável pela administração com certeza.
Bel. Ageu Avelino Rodrigues Júnior
Bel em direito, é membro do Conselho Deliberativo do MPB.
A ENCRUZILHADA DEMOCRÁTICA E A REVOLUÇÃO NECESSÁRIA
O leitor, seja de direita ou de esquerda (republicano ou monarquista), parlamentarista ou presidencialista, possivelmente deve estar insatisfeito com os rumos que nossa pátria vem tomando nos últimos anos - e não sem razão! Há um sentimento generalizado de completo vazio representativo, como se os políticos eleitos - em todas as esferas do poder público - não representassem seus eleitores, mas interesses próprios ao arrepio da vontade popular. Esse sentimento de abandono institucional, ou pior: de que os líderes do poder nacional têm agido em causa própria e não a favor da sociedade - como o recente episódio de absoluta alienação moral e falta de consideração com o povo, ao se articularem para aumentarem o teto constitucional em mais de 16% (sem necessidade, pois já ganham mais que seus pares europeus, diga-se de passagem), enquanto cerca de 55 milhões de pessoas têm que sobreviver com menos de R$ 406/mês - faz com que a sociedade perca sua confiança nas instituições democráticas e as esperanças numa solução institucional para os problemas de nossa nação. E quando o povo não se vê mais amparado pelo poder público, passa a considerar moralmente aceitável fazer justiça com as próprias mãos e justificável descumprir as normas legais - rompendo com o pacto social. Este artigo instiga uma discussão estratégica para um encaminhamento de solução em profundidade na "logística" de nossas instituições política, pois o ponto de "suportabilidade" esta esgotada.
Editorial

O PARLAMENTARISMO E AS ELEIÇÕES 2018
Passada a turbulência do recente processo de impeachment e findo o mandato-tampão de seu vice, podemos vislumbrar finalmente o fim da turbulência e o avizinhar da estabilidade - momento propício para que possamos debater com seriedade uma mudança real no sistema político, que imponha aos seus ocupantes responsabilidade política efetiva por suas ações perante o Parlamento. Muitas mudanças são necessárias, além de apenas a adoção do regime parlamentarista que defendemos; a manutenção do atual sistema proporcional inviabiliza nosso objetivo, por distorcer a vontade manifesta do eleitor nas urnas, com custo elevado de campanha. Nós defendemos o voto distrital puro ou distrital misto, que reduzirá significativamente o custo das eleições, porque o eleitor está próximo do candidato na sua zona eleitoral. Outra bandeira que defendemos é a liberdade de votar livremente, do que a manutenção da obrigatoriedade do voto, travestida de "direito político", que retira das instituições políticas sua legitimidade democrática.
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