PESQUISA NACIONAL PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

 IMPORTANTE 

FICHA TÉCNICA: obrigatória em toda a divulgação Pesquisa realizada pelo INSTITUTO AMOSTRA. Margem de erro: 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Entrevistados: 2.500 eleitores, de 142 cidades do Brasil. Quando a pesquisa foi feita: de 28 de setembro a 03 de outubro de 2018. Registro no TSE: BR-09143/2018. Nível de confiança: 95%. Contratante da pesquisa: MOVIMENTO PARLAMENTARISTA BRASILEIRO-MPB.

 

 CLIQUE NESTE LINK PARA VER A PESQUISA do MPB PARA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

http://www.parlamentarismo.com.br/adm/documentos/457/documento.pdf

 

 

O RELATÓRIO COMPLETO COM DADOS AMPLOS SOBRE COMPORTAMENTO DO ELEITOR PODE SER BAIXADO CLICANDO O LINK ABAIXO

http://www.parlamentarismo.com.br/adm/documentos/456/documento.doc

 

ESCLARECIMENTO SOBRE O TRABALHO REALIZADO

O Levantamento procurou ascultar com insenção os eleitores brasileiros usando critérios técnicos, e com o levantamento sendo feito por instituto de pesquisa de reconhecida capacidade e experiência nesse tipo de trabalho.

Os dados estão no link acima assinalado, e o resultado oficial das eleições podem ser conferidos no site do Tribunal Superior Eleitoral - TSE   http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2018/votacao-e-resultados/resultados-eleicoes-2018

O que se constata é que efetivamente as intenções de votos apontadas na pesquisa foram aderentes aos resultados nas urnas, mesmo que não no mesmo percentual, pois no dia das eleições é que efetivamente os eleitores decidem em quem sinalizar na urna eletrônica e muitos fatores fazem ele refletir nesse momento final, até sendo diferente do que pretendia alguns dias atrás.

Um resumo do percentual de votos recebidos, excluídos brancos e nulos, dos quatro  primeiros classificados foram o seguinte:
 
JAIR BOLSONARO         -     46,03%
FERNANDO HADDAD     -     29,28%
CIRO GOMES                    -     12,47%
GERALDO ALCKMIN     -       4,76%
 

Artigos
Bel Ageu Avelino Rodrigues Jr.
Bacharel em Direito pela Universidade Paulista -UNIP. Membro do Conselho Deliberativo do MPB Nacional. São Paulo - SP
Os três pilares da democracia
Sem pretender adentrar às características desse ou de outros sistemas de governo, o objetivo do presente artigo é justamente abordar três questões pertinentes para a consolidação e fortalecimento das instituições republicanas de nosso Estado, aproveitando o decurso do presente processo eleitoral - que dará ao povo brasileiro o direito de escolher seu novo chefe de Estado e de governo pelos próximos quatro anos: o parlamentarismo, o sistema eleitoral distrital e o voto facultativo. Ora, é sabido em todos os meios acadêmicos, políticos e de comunicação que o atual modelo de governo vigente a saber - o "presidencialismo de coalizão" encontra-se superado por uma série de fatores, dentre os quais podemos citar e excesso de partidos políticos (que obriga o mandatário maior da República a criar milhares de cargos em comissão para distribui-los, em troca de apoio parlamentar); o sistema eleitoral proporcional na Câmara dos Deputados e nos poderes legislativos estaduais, distrital e municipais (que além de encarecer sobremaneira o custo das eleições, afasta o eleitor dos candidatos - prejudicando a sadia e salutar fiscalização cidadã do mandato eletivo); e a própria obrigatoriedade do exercício do voto (que transforma uma conquista da redemocratização numa coerção legal, desmotivando o cidadão a participar ativamente da vida política do País)
Nelson da Fonte Pilla
Engenheiro Civil. Sócio Fundador do MPB em 1998 e atual presidente do Conselho Deliberativo.
APÓS ELEIÇÕES MAJORITÁRIAS: O DESAFIO DO NOVO PRESIDENTE - COMO GOVERNAR SEM TER MAIORIA NO PARLAMENTO ?
Essa reflexão antes da realização do primeiro turno das eleições de 2018 permite buscar uma luz no final do túnel - como sair dessa campanha eleitoral presidencial rachada, com acusações pessoais entre os candidatos, relevando ao segundo plano, as intenções de debate das ideias do plano de governo? Observando o cenário dessa disputa presidencial entre os candidatos, principalmente nos horários de divulgação partidária obrigatória- tanto na TV ou no rádio, e analisando as entrevistas das equipes técnicas que estão assessorando os candidatos no plano econômico, observa-se uma diferença fundamental, com a postura do candidato com acusações ao adversário político, enquanto que o debate entre as equipes técnicas ficaram no nível acadêmico, com argumentações para sanear os futuros problemas econômicos de quem vai governar, e, concordaram os técnicos, das dificuldades em aplicar suas ideias, porque qual seja o candidato vencedor, não terá maioria no Parlamento para aprovarem suas medidas políticas e administrativas de governo. A verdade é que temos um processo viciado no nosso sistema eleitoral: ao convocar na mesma época das eleições, para a escolha no mesmo dia, das eleições majoritárias - presidente e senador, com as eleições proporcionais - deputado federal, principalmente num sistema de lista aberta nominal. Significa, que podemos votar para presidente no candidato do partido A e ao mesmo tempo votar para candidato a deputado federal no partido B, que nesse caso hipotético não estão coligados, por exemplo. Por essa razão surge a deformação de representatividade, prejudicando o futuro presidente em manter uma maioria no Parlamento para governar! Portanto, na nossa visão sobre o resultado dessas eleições, qual seja o vencedor da direita, da esquerda ou do centro, não terão maioria para governar.
Editorial

O PARLAMENTARISMO E AS ELEIÇÕES 2018
Passada a turbulência do recente processo de impeachment e findo o mandato-tampão de seu vice, podemos vislumbrar finalmente o fim da turbulência e o avizinhar da estabilidade - momento propício para que possamos debater com seriedade uma mudança real no sistema político, que imponha aos seus ocupantes responsabilidade política efetiva por suas ações perante o Parlamento. Muitas mudanças são necessárias, além de apenas a adoção do regime parlamentarista que defendemos; a manutenção do atual sistema proporcional inviabiliza nosso objetivo, por distorcer a vontade manifesta do eleitor nas urnas, com custo elevado de campanha. Nós defendemos o voto distrital puro ou distrital misto, que reduzirá significativamente o custo das eleições, porque o eleitor está próximo do candidato na sua zona eleitoral. Outra bandeira que defendemos é a liberdade de votar livremente, do que a manutenção da obrigatoriedade do voto, travestida de "direito político", que retira das instituições políticas sua legitimidade democrática.
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